Inauguramos finalmente o século XX, com a sua profusão de géneros, vanguardas e contra-vanguardas. Ao contrário das artes visuais, em que a vanguarda foi assimilada e valorizada em milhões (o abstracionismo de Jackson Pollock, a “fonte” de Marcel Duchamp, etc), para muitos, a música do séc. XX continua a soar como ruído, e a música clássica é concebida como uma arte que terminou, na melhor das hipóteses, com Debussy, se não antes. Muitas pessoas ficam surpreendidas por saber que ainda há compositores ativos hoje em dia.
Neste artigo vamos dedicar-nos ao primeiro terço do século, tentando descortinar o que é que aconteceu na viragem para o séc. XX que levou a uma mudança tão radical na música – e que impacto é que esta música nos causa.
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Depois da introdução do Romantismo europeu e breve passagem pelo português, continuamos pela Europa, dando especial atenção à ópera e música sinfónica do período Romântico. Este artigo é um pouco mais longo do que o habitual – este período foi tão prolífico, inclusive para piano, que é difícil condensar.
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Desta vez vamos dedicar-nos à música portuguesa do Romantismo, incluindo dois compositores portuenses, e no próximo artigo seguiremos com o Romantismo europeu.
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Depois do Clássico, chegou a vez do período Romântico, uma época dourada para o piano, que se tornou o símbolo deste período. Inaugurado pouco depois de 1800 com as últimas composições de Beethoven, o Romantismo prosseguiu com compositores como Chopin, Lizst, Verdi, Puccini e Wagner na ópera, Brahms, Tchaikovsky, Mahler.
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Continuamos com a música do período clássico, desta vez centrando-nos em Beethoven – famoso por peças como Für Elise, Sonata Patética, Sonata ao luar (aqui tocada num fortepiano), e Hino da Alegria.
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Neste artigo continuamos com a música do período clássico, dedicando-nos a Mozart - um dos compositores do chamado ‘trio Vienense’, constituído por Haydn, Mozart e Beethoven. Haydn já ouvimos no artigo anterior, e reservamos Beethoven para o próximo.
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Depois do Barroco, chega a vez do período Clássico, com compositores como Haydn, Mozart e o jovem Beethoven. O termo ‘Música Clássica’ tem dois significados: o significado mais amplo inclui toda a música erudita ocidental desde a era medieval até atualmente; o significado específico refere-se à música do período entre 1750 (ano da morte de J. S. Bach) e 1820.
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Tal como anunciado, chegou a vez da música para teclas do Barroco, além de um breve resumo da origem do piano moderno. Para mais informação sobre instrumentos musicais Barrocos, recomendo um artigo interessante do Público: https://www.publico.pt/2006/04/22/jornal/como-e-o-som-barroco-74933
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Neste artigo continuamos com o Barroco, desta vez centrando-nos na música instrumental. Este período é muito importante para o piano, pois foi aqui que nasceu o pianoforte, antecessor do piano moderno. Assim, vamos dedicar o próximo artigo à música Barroca para teclado - cravo, orgão e pianoforte. Desta vez focamo-nos noutros instrumentos populares na época - cordas (com destaque para o violino e violoncelo), tiorba, flauta de bisel.
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Neste artigo dedicamo-nos ao Barroco, um período bem mais familiar, onde nasceram algumas das peças mais populares da música clássica - como as 4 estações de Vivaldi, o Canon de Pachelbel, ou o Adagio de Albinoni. Vamos começar pela música vocal, e no próximo artigo será a vez da música instrumental.
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