Neste artigo temos a segunda parte (e última) da História da Música Renascentista, com três peças instrumentais e uma vocal. Esta última, do nosso Vicente Lusitano, uma figura enigmática da História da Música Portuguesa, tem uma sonoridade surpreendente - não só para a época, mas ainda hoje.
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Depois da música medieval, passamos para o Renascimento. Neste artigo dedicamo-nos à música vocal, e no próximo vamos focar-nos mais na música instrumental renascentista.
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Neste artigo continuamos com a segunda parte (e última) da história da música medieval. Este período foi extremamente fértil - descobriram-se técnicas de composição e sonoridades que são ainda hoje utilizadas e muito admiradas pelos compositores contemporâneos. Enquanto que no artigo anterior ouvimos música sacra (cantochão) e secular (canções trovadorescas) a uma voz, aqui temos exemplos das primeiras experiências de sobreposição de duas e três vozes.
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Neste primeiro artigo, partilho duas canções trovadorescas de que gosto muito: a primeira, de Bernart de Ventadorn, de inclinação mais melancólica, e a segunda, mais festiva, com um belo texto de Martim Codax. Aproveito para divulgar o site https://cantigas.fcsh.unl.pt/index.asp, que inclui todos os textos das Cantigas Medievais Galego-Portuguesas, assim como imagens dos manuscritos, e gravações da música de várias Cantigas.
No exemplo de canto gregoriano escolhido, este surge de uma forma mais fluída e ornamentada, característica da abordagem de Dominique Vellard.
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